5 Passos para lidar com o hábito de se responsabilizar pelos outros.

Musas são mulheres espetaculares que exercitam dia a dia a auto responsabilidade, que lapidam a consciência, que inspiram a si mesmas através de cada faceta de suas vidas.

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Não é raro que Musas se sintam responsáveis pelos outros (pela felicidade do outro, por resolver os problemas do outro, etc), afinal, elas podem ver o que muitas vezes os outros não veem. Com isso acabam caindo em desequilíbrio, drenando sua energia em ações e emoções que não são construtivas para si e para o outro. Esse outro pode ser um familiar, amigo, colega de trabalho, chefe, subordinado, e até mesmo um desconhecido. 

 

Como lidar com essa tendência a “fazer demais”?
Como lidar com a culpa por não ajudar o outro a todo momento?
Aqui vão 4 dicas sobre isso:

 

1. Em primeiro lugar sempre busque ver o que aí dentro você está tentando preencher com o ato de se responsabilizar pelo outro. Isso alimenta uma falta de auto estima? Uma necessidade receber Amor, afeto, gratidão, admiração, conexão, aceitação? Por culpa? Neste caso o compartilhar não está sendo incondicional, e os resultados não serão bacanas.

 

2. Compartilhe incondicionalmente. Lembre-se de que compartilhar incondicional requer desapego dos resultados, ou seja, se viver um agradecimento ou algo do tipo tudo bem, mas se não vier, tudo bem também. Você ficará igualmente feliz porque seus atos são, sobretudo, pela Luz e pela sua lapidação como canal. Como você se sente depois de fazer algo por alguém e não receber o retorno que esperava é um termômetro para entender suas motivações por trás daquele ato.

 

3. Lembre-se de que a outra pessoa, independentemente de quem ela seja, é tão filha da Energia Criadora quanto você. É tão humana quanto você, e tão divina quanto você. Isso quer dizer que aquela pessoa também possui seus Guias Espirituais, sua conexão com a Luz e, mais importante, também é uma Alma Imperadora. Isso ajuda a baixar a bola e com isso lembramos que não somos os salvadores da pátria, pelo contrário: quando interferimos arbitrariamente no processo do outro e nos aprendizados que ele tem de acumular, não apenas deixamos nossa missão de lado, como atrapalhamos a do outro.

 

4. Para ser uma verdadeira Musa em todo seu esplendor atue de forma a inspirar os outros a serem independentes também. Atue de forma a mostrar aos outros que eles são tão especiais quanto você, tão capazes quanto você: eleve os demais. Em sua meditação imagine-se como uma fonte e canal infindável de Luz. Imagine que, através do contato com você as pessoas provam da Luz que você canaliza sim, mas elas também se inspiram a serem canal e recipiente elas próprias.

 

5. Lembre-se de como a Luz atua (compartilhar incondicional, Amor incondicional, proatividade, Criadora, causa), lembre-se de que você também é essência, lembre-se de que estamos aqui para sermos cada vez mais parecidos com a Luz. A graça está no processo, e estamos todos, sem exceção, em desenvolvimento nesta escola fabulosa, chamada Malchut.

Com Amor,

Rachel Newman

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